Eu Blogueira

Hoje, começo um novo desafio depois de mais de 30 anos de profissão: ser blogueira. Eu sempre escrevi muito: estratégias, releases, discursos, roteiros de vídeo, artigos, crônicas, livros. Qual o desafio então? Não dominar ainda a técnica. Meus textos ainda são longos demais, intimistas demais, sem falar no desconhecimento do processo e jargão da área. Quando o amigo Guilherme Barreira, que está me orientando, falou que eu precisava de técnicas de SEO (Search Engine Optimization) no site, eu brinquei que entendi que eu ia ter que contratar um CEO (Chief Executive Officer).  Ou seja, é sim um grande desafio, que  vocês vão acompanhar e, espero, ajudar a superá-lo, com suas críticas construtivas.

No início da Diferencial, toda vez que algum cliente me demandava uma solução com base de TI, eu consultava o querido CAT, Carlos Alberto Teixeira, que sempre ajudava a estrategista jurássica aqui.

Portanto, desde já, para compensar possíveis derrapadas no processo, eu deixo de presente, para aqueles que quiserem ler, o meu livro Humanos Institucionais - Crônicas do Universo Executivo. Basta clicar o botão de download na capa do livro. Não se assustem, pois ele é bem fino!

Para inaugurar nossa troca de ideias, publico dois posts, que são “resumos” de textos que publiquei em outros dois livros. Eles são apenas o pretexto, o pontapé inicial para a discussão de temas sempre polêmicos no mundo corporativo. É o debate com vocês que vai tornar este Blog diferenciado!

 

 

 

 

 

Clique Abaixo para fazer o download:

 


 

Existe Espaço para a Emoção no Mundo Corporativo?

No meu último post, com o título,Quando a reputação da Empresa vai para o CTI, o amigo Josier Vilar, empresário na área de saúde, comentou sobre a importância dos gestores da área de saúde “conduzirem os problemas com método e disciplina, sem perder a compaixão, fundamento essencial da medicina.” Então veio a ideia de debater com vocês sobre como a cada dia fica mais difícil preservar nossa dimensão humana no universo corporativo como um todo, não apenas na área de saúde.

 

                                                                                                                                                                     Leia Todo o Artigo >>


 

DISCUTINDO A RELAÇÃO COM A MÍDIA

O relacionamento com a mídia não é muito diferente de outras relações que estabelecemos ao longo de nossas vidas. O sucesso desse processo, como em toda relação, depende da capacidade de entendermos como pensa e o que move o outro.

Toda vez que inicio um media training ou uma palestra sobre o relacionamento com jornalistas, deixo claro para os participantes, que meu papel não é defender nem acusar a conduta dos jornalistas, mas apenas mostrar como eles são e como desempenham seu trabalho. Não há como estabelecer uma relação positiva, partindo de ideias preconcebidas, premissas romantizadas ou teorias conspiratórias.

 

O jornalista tem as mesmas aspirações de qualquer profissional. Quer desenvolver um bom trabalho, ser reconhecido, viajar com a família nas férias, trocar de carro... Partir do pressuposto que aquele profissional é movido apenas por ideologia ou que sua razão de viver é persegui-lo ou destruir a imagem de sua empresa é, no mínimo, excesso de auto referência.

                                                                                                                                                                     Leia Todo o Artigo >>


 
clinica

Gerenciamento de crises

QUANDO A REPUTAÇÃO DA EMPRESA VAI PARA O CTI 

Hoje, quando falamos de boas práticas de governança corporativa não podemos esquecer da capacidade das empresas em evitar e gerenciar crises operacionais  e reputacionais, já que estas podem impactar a percepção positiva quanto a responsabilidade sócioambiental das corporações. 

 

Há 12 anos, dedico grande parte do meu tempo ao planejamento e implantação de processos de prevenção e gerenciamento de crises de meus clientes dos mais diversos setores empresariais. 

De certa forma, a minha profissão tem muitas semelhanças com a de vários especialistas da área de saúde. As crises – como os infartos, os trabalhos de parto, as convulsões – não têm hora marcada para acontecer. Mas, é claro que, até para agravar as suas soluções elas costumam começar de madrugada, nos finais de semana e vésperas de feriados.

                                                                                                                                                                           Leia Todo Artigo >>