2016:Um ano previsível?

Este é o primeiro post do ano. Feliz 2016! Todos dizem, e tudo leva a crer, que vai ser um ano difícil... Porém, por mais que façamos projeções, análises de cenários, a vida tem sempre a capacidade de nos surpreender para melhor ou para pior.

É bom tomar algumas ações preventivas para o cenário mais provável, nesse ano mais restritivo. Mas sempre temos que deixar uma janela aberta para a oportunidade de sermos surpreendidos e/ou para com criatividade surpreender o mercado.

Seria ótimo começar o ano como se assistíssemosao filme Os Oito Odiados, de Quentin Tarantino. Gostando ou não do seu estilo, uma coisa é certa: ninguém consegue prever o fim do filme e entender o enredo como um todo antes do final. Isso é muito bom, pois é estimulante e desafiador.

É claro que ele reúne um time de grandes atores como  Samuel L. Jackson, Tim Roth, Michael Madsen e Kurt Russell, além da trilha sonora do genial Ennio Morricone.

Mas  o maior mérito de Tarantino é saber surpreender o público com seus roteiros.

E é isso que precisamos fazer no dia a dia das empresas se quisermos que as pessoas se sintam motivadas, pois a mesmice, a repetição, a monotonia nas comunicações acabam com o clima organizacional, principalmente em tempos de crise, quando tudo já é mais lento como no tema do filme (não vou contar, para não estragar).

É bom deixar claro que estou me referindo apenas à técnica do roteiro e não à violência da temática dos filmes de Tarantino. Não é para sair atirando pelos corredores corporativos... rsrsrs.

Eu espero que o final de 2016 seja totalmente diferente daquele apresentado em Os Oito Odiados, mas não quero passar os 12 meses imobilizada pelo cenário das previsões pessimistas da crise. E vocês?